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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Mercados de Natal: Leste Europeu

Nesse mês de dezembro falarei sobre os principais (e os que eu mais gostei de visitar) mercados de natal da Europa.

Após falar sobre o, considerado, mais antigo e tradicional da Europa, em Nuremberg, hoje falarei sobre o Leste Europeu, mais especificamente Budapeste e Praga.





Budapeste


Muito bela, Budapeste já é uma cidade ótima para se visitar (e viver), mas durante a época de natal ela acaba tendo um charme a mais.
Conhecido como Budapest Christmas Fair and Winter Festival, é um evento que junta comidas típicas (e gordurosas), vinho quente, apresentações culturais, espaço para crianças e, se der sorte, muito frio e neve.



O natal húngaro, assim como eu todo o leste da cortina de ferro, durante metade do século XX, sofreu muito com o regime comunista. O regime era autoritário e suprimia as religiões, fazendo com que somente as principais datas, como o natal, sobrevivessem.
As comemorações era para basicamente celebrações como Fir Tree (Fenyounnep) e para o Winter Father (um Papai Noel sem a influência cristã).

Mais informações em http://budapestchristmas.com/christmas-in-communism


Onde fica?


A feira se localiza na Vörösmarty tér, ao redor de uma área verde. Entretanto ela se espalha em direção a Deak Ferenc Tér e da para encontrar a feira em frente a Basílica. É uma área grande, porém bem possível de caminhar tranquilamente.



Para chegar lá, você pode utilizar o metrô linha 1 (amarelo) e descer a estação Vörösmarty tér, ou descer na estação Deak Ferenc Tér, na linha 3 (azul) do metrô.
O Google Maps poderá te ajudar bastante para se locomover pela cidade.


O que podemos encontrar?


Na Vörösmarty tér, um tablado é construído, mais alto que o nível do chão, rodeando as árvores dessa área verde, e tudo se concentra ao entorno disso. No tablado há cadeiras e mesas, ao ar livre, e as bancas nessa área mais elevada vendem comidas e bebidas típicas.

Ao redor, no chão, você encontra muitos artesanatos, como ferreiros fazendo ornamentos de metal na frente dos turistas, e outros quitutes natalinos típicos.
Há também um espaço para crianças aprenderem a fazer brinquedos de madeira e comidas típicas, e um espaço para eventos culturais, como músicas e teatro.

Ferreiros

A Vörösmarty tér e a Deak Ferenc tér são duas praças ligadas por uma rua de pedestres com várias lojas de marcas grandes, que durante esse período, fica cheia de luzes e enfeites de natal.
Você encontrará muitos souvenirs e roupas quentes.




E para comer e beber?


Esse é o forte da feira de Budapeste. Há muito o que se comer, e as comidas estão todas a vista chamando sua atenção.

Você encontra desde joelho de porco com batata e repolho, até langos, um prato húngaro que consiste em uma massa frita, coberta de um molho especial com queijo e outros condimentos, comos e fosse uma pizza frita (muitos chamam de pastel húngaro).
Há também goulash dentro de uma cumbuca de pão, salsichas de todos os tipos (até de cavalo), hot dogs, entre outras coisas.

Comida!


Já quando o assunto são doces, Budapeste não deixa a desejar.
Você encontrará muitos biscoitos de gengibre e pães de mel, assim como rocamboles recheados de amendoim, e o melhor chocolate quente que já tomei na minha vida.



Mas o carro chefe é o Kürtőskalács, um pão oco, enrolado e salpicado de açucar, canela, chocolate ou outro sabor que você desejar. Normalmente é feito na hora e sai quentinho. No verão, há quem coloque sorvete no seu interior oco.

Kürtőskalács


Para beber você encontrar algumas bebidas alcoólicas, mas a mais consumida é o vinho quente com canela.



Entretanto, se você ainda está com frio, você pode beber os licores ou a famosa pálinka, um destilado típico húngaro, muitas vezes feito artesanalmente, gostoso e que realmente esquenta.


Como chegar?


Budapeste é a capital e maior cidade da Hungria, além de ser uma das maiores conectoras de linhas rodoviárias e ferroviárias do leste europeu.

De trem, a companhia operante na Hungria é a MÁV-csoport (https://www.mavcsoport.hu/en).

Keleti -  a principal estação ferroviária de Budapeste

De ônibus, você pode usar a flixbux, eurolines, entre outras companhias. Isso vai depender de onde você está partindo. A dica é utilizar o goeuro.com ou o rome2rio.com.

De avião, muitas vezes, é a opção mais barata, pois há muitos voos low cost que tem a cidade com destino, como por exemplo WizzAir e RyanAir. O Aeroporto Internacional Liszt Ferenc não recebe voos diretos do Brasil.

Funcionamento


Esse ano a feira funciona do dia 10 de novembro até 31 de dezembro, com funcionamento das 10:00 às 21:00, até o natal, e das 10:00 às 18:00, entre o natal e o ano novo.

Mais informações nos links abaixo:
https://www.theguardian.com/travel/2016/nov/27/budapest-hungary-christmas-markets-cakes-cocktails-hot-springs
https://www.budapestbylocals.com/event/budapest-christmas-fair/



Praga


Praga também é uma bela cidade do leste europeu que encanta a todos com seu charme medieval. Já escrevi um texto sobre a cidade e você pode ler clicando aqui.



A feira se localiza na praça principal da cidade velha, ao lado do Orloj, o relógio astronômico medieval, porém também há feiras de Natal nas praças Havelské, Venceslau e da República.

Lá você pode ver a grande árvore de natal e se deliciar com a medovina, vinho quente com mel, e carpas (o peixe é tradicionalmente servido na ceia do dia 24 no país).
Se delicie. também, com o sanduíche de klobasa, uma salsicha polonesa, e com o trdelnik, super popular na Chéquia, e muito similar húngaro Kürtőskalács.

Trdelnik com sorvete

Há também vários concertos natalinos nas igrejas da cidade. Belas apresentações com um preço bem em conta. Mesmo o ingresso mais barato para uma apresentação na menor igreja vai ser lindo de ser ver e ouvir.

Uma dica é não se concentrar nas roupas de frio, com qualidade duvidosa, e sim nas bijuterias de cristal e no artesanato tradicional de palha de milho.

Vista de cima do Orloj


Esse ano o mercado fica funcona dos dias 24 de novembro até 6 de janeiro, funcionando, geralmente, entre 9:00 e 21:00. (https://www.pragueexperience.com/events/christmas-opening-times.asp)


Mais informações:
https://www.pragueexperience.com/events/christmas-markets.asp

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

O Castelo do Drácula

Muito famoso desde a obra de Bram Stoker, o Conde Drácula está no imaginário popular mundial e faz parte da cultura pop.


O que poucos sabem é que nosso amigo sanguinário foi baseado em uma pessoa que existiu de verdade, e você pode visitar seu castelo nos dias de hoje.


Ele fica na Transilvânia (e sim, essa região existe de verdade!), na Romênia.


Confira aqui um pouco mais sobre esse castelo assustador e cheio de história!



Castelo de Bran





Um pouco de História




Centro de Brasov
O famoso Drácula foi inspirado no príncipe da Valáquia, Vlad III (Vlad Țepeș), também conhecido como Vlad, o empalador. Conhecido por sua luta contra as invasões do Império Otomano, Vlad também foi lembrado pela história por suas cruéis atrocidades contra seus inimigos, o que gerou a alcunha de “O Empalador”.


Vlad III morou no Castelo de Bran, o que trouxe a fama para essa fortificação na Transilvânia: O castelo do homem que que inspirou o Conde Drácula, ou, simplesmente, o Castelo do Conde Drácula.










Onde fica? Como chegar?




Bran é uma cidadezinha/vilarejo próxima de Brasov, na região central da Romênia. Em torno de 170 km de distância da capital Bucareste.
Seu entorno e construções são voltados para o turismo do castelo, com hotéis, restaurantes e lojas.


A maneira mais fácil de chegar em Bran é a partir de Brasov, que fica 25 km de distância.
Você pode chegar de carro, ou pegar um ônibus na estação rodoviária de Brasov, que fica no endereço Strada Avram Iancu 114. O ônibus sai de 30 em 30 minutos, nos dias de semana, e de hora em hora nos finais de semana, ficando em torno de 10 reais as passagens de ida e volta.
Na volta, você poderá pegar o ônibus na parada próxima a entrada do castelo (confira no local os horários de volta).


Resumindo, você precisa chegar a Brasov, e de lá ir até Bran. Ou ir direto de Bucareste.


Há trens de vários lugares da Europa que param em Brasov, principalmente saindo de Bucareste ou Budapeste.


O aeroporto mais próximo é o Aeroporto Internacional de Bucareste, sem voos diretos do Brasil até lá.


Brasov




Horários e preço




O horários de funcionamento do castelo são: em alta temporada, segunda, das 12:00 às 18:00, terça a sábado, das 9:00 às 18:00; e em baixa temporada, segunda, das 12:00 às 16:00, e de terça a sábado, das 9:00 às 16:00.


O valor da entrada para adulto é de 35 Lei, em torno de 35 reais na cotação atual.


Mais informações sobre horários, valores e como chegar em:


Turistas e a entrada do castelo

Dicas




A moeda romena é o Lei, e 1 Lei vale em torno de 1 real.


O idioma é o romeno, outro idioma latino, então você irá notar muitas semelhanças com portugês, espanhol e até mesmo francês.


Você irá conseguir se virar com o inglês, pois há vários turistas por lá.

Aproveite o castelo, e se der tempo, visite a cidade de Brasov. Vale muito a pena.

O ônibus de Brasov a Bran é bem ruim, e talvez você vá de pé, então tenha paciência.


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

6 dicas sobre viagens de trem na Europa

Brasileiros, quando viajam para a Europa pela primeira vez, normalmente adoram a ideia de viajar de trem. A ideia que temos é que eles são baratos, confortáveis e a melhor maneira de viajar pela Europa.


Entretanto essa não uma verdade completa. Então se você pretende viajar para o velho continente e quer utilizar o trem para ir de um lugar ao outro, leia as dicas abaixo para entender melhor como são os trens na Europa.


Estação de trem na Itália



Existem vários tipos de trem



Não pense que todos os trens são iguais. Eles vão variar de país para país.


Normalmente os trens da Europa Ocidental são mais confortáveis e você encontrará trens de alta velocidade.


Há também os trens regionais (como na Itália) que são trens de curta distância, ligando cidades próximas.


Você também pode diferenciar os trens pelo interior de cada vagão:
Tem aqueles com cabines com 6 lugares (que nem o do Harry Potter).
Tem aqueles onde 3 bancos sentam de frente para outros 3 com uma mesinha no meio.
Há, também, os que parecem ônibus, com bancos um atrás do outro.


Lembre-se também que nem todos os trens possuem vagão restaurante. Então leve sua comida em uma viagem longa.

Interior de um trem da Europa Ocidental



Não é o meio de transporte mais barato



Definitivamente não é. O ônibus tende a ser mais barato que trens.


Vale também pesquisar aviões, já que voos low cost na Europa são realmente baratos.


Então a escolha vai depender do seu gosto. Se o valor é algo determinante, pesquise bem a maneira de viajar (vale até pesquisar caronas, como o blablacar).





Não é tão confortável quanto você imagina



Não sei quanto a você, mas sempre achei que os trens europeus eram super confortáveis.



Interior de outro tipo de trem
E não é bem assim.


Muitas vezes (quase todas) o banco nem desce para você (tentar) se deitar.
Nos trens do leste europeu você corre o risco de ficar bem apertado no meio de pessoas que você não conhece.


Entretanto, no geral, ainda é mais confortável que os ônibus europeus e aviões.


Se você quiser mais conforto, compre um assento na primeira classe, ou uma cama num vagão dormitório. Você chegará mais inteiro no seu destino.




Cadeira reservada?



Se você comprar o bilhete na estação, preste atenção, pois talvez ele tenha um local marcado.


Isso acontece também quando seu trem para em várias cidades. Pode acontecer, também, de alguns vagões terem destinos diferentes. Preste atenção na sua passagem para você não ficar no vagão errado e acabar indo para outra cidade.






Você pode viajar em outro dia



É bastante comum o seu bilhete valer para um determinado espaço de dias, como por exemplo: você comprou para o dia 15, e o bilhete é válido entre os dias 2 e 30 do mesmo mês.


Isso pode facilitar caso você queira viajar um dia antes, ou caso você perdeu e vai viajar no próximo dia (ou até mesmo dentro do próprio dia, em outro horário).






Você pode levar bagagem



A maioria dos trens possuem espaço para as bagagens, mas cuidado, pois normalmente é uma área comum perto das portas do trem.


Se você estiver preocupado, então fique de olho nas suas bagagens ou leve do seu lado (caso não for muito grande).

Malas no trem



quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Relatos de Liubliana


Dia de fevereiro de 2016, uma, fui para Liubliana, de Budapeste.
Vi de esquilos a dragões em uma viagem que ganhei oito carimbos no meu passaporte. A capital da Eslovênia é uma surpresa muito feliz.


Cidade vista de cima da torre do castelo

A viagem de ônibus


O ônibus saiu de Budapeste às 6:00 da manhã do Sábado. Fui de Eurolines, pois era a melhor opção de horário/preço. Ônibus na Europa costuma ser o mais baratos dos três principais meios de transporte (avião, trem e ônibus), mas quase nunca é o mais confortável. E esse ônibus não foi diferente.


Interior da Eslovênia
Por volta das 10:00 estava atravessando a fronteira Hungria-Croácia. O ônibus faria uma parada em Zagreb antes de ir para Liubliana.
Como a Croácia não faz parte do Acordo de Schengen, precisamos descer do ônibus e passar pelos trâmites da imigração. Fato esse que precisaríamos fazer novamente ao entrar na Eslovênia e mais duas outras vezes na volta para Budapeste.



Lembrando que nem todo país que faz parte da União Européia faz parte do Acordo de Schengen.



Depois de 9 horas no ônibus, passando pelo interior da Hungria e da Croácia, finalmente estava chegando em Liubliana. Por mais que seja uma viagem cansativa, o custo benefício valeu a pena.



Liubliana: dia 1


Primeiras impressões da cidade
A parte central e histórica de Liubliana não é grande, e como ficaria pouco tempo na cidade, nem utilizei transporte público.
A primeira coisa que fiz ao chegar na cidade foi deixar a mochila no hostel. Sem o peso, poderia aproveitar melhor a cidade.








Vista de dentro do castelo, em cima do morro
A primeira coisa que eu queria visitar era o Castelo de Liubliana. Ele fica no alto de um morro, contornado pelo rio, lembrando muito as cidades medievais que conhecemos nos livros e filmes.
O castelo fica aberto diariamente das 10:00 às 20:00, e a maneira mais fácil de acessar ele, se você está de a pé, é pelo funicular que fica perto da Dragon Bridge (você encontrará placas mostrando o caminho).


O funicular custa 4 euros, mas muitas das dependências do castelo não possui custo de entrada. Acabei pagando, além do funicular, só para acessar a torre do castelo para ter uma vista belíssima da cidade e dos arredores (incluindo montanhas nevadas, pois era o fim do inverno). Para ter acesso a todo o castelo, mais o funicular, são 10 euros.


Dragão da Dragon Bridge
Liubliana tem toda uma ligação com dragões. Você os encontrará em vários souvenirs, estátuas pela cidade e, até mesmo, no brasão de armas da cidade.

Segundo conta uma lenda, Liubliana no ano de 1144, era dominada por um terrível dragão que costumava atirar fogo para aterrorizar seus habitantes a partir de uma das torres do castelo. Depois de muito tempo de solidão e destruição, o dragão apaixonou-se por uma doce fêmea e deles teria nascido o primeiro dragão artista do mundo, um menino que não fez as vontades do pai.



Os dragões também estão presente em uma das pontes de Liubliana, a famosa Dragon Bridge. Lá você encontrará estátuas desse animal mitológico em ambos os lados.





Continuando o meu tour, desci do castelo e caminhei pela cidade velha em direção a Triple Bridge. São três pontes cruzando o rio Liublianica, uma colada na outra, em meio a prédios com belas arquiteturas e uma vista incrível do castelo em cima do morro. Isso tudo ao cair da tarde.


Triple Bridge

Após minha caminhada pela cidade, me dirigi ao hostel para me preparar para a janta e uma caminhada noturna.


Ao cair da tarde



Liubliana: dia 2


Mais um dia ensolarado em Liubliana em que eu pude aproveitar. Estava disposto a conhecer o lado contrário do rio, principalmente o parque Tivoli.



Tivoli Park
O parque Tivoli é uma grande área verde (que não estava tão verde por causa do inverno), propício para caminhadas ao ar livre e fotos lindas. O mais incrível foi ver vários esquilos correndo de um lado para o outro e se escondendo entre as árvores.
Para compor esse cenário, dava para ver montanhas cobertas de neve ao fundo, longe da cidade. Foi uma bela manhã de sol, frio e esquilos no parque.


Esquilo no Tivoli Park!

Cerca de 50 minutos de caminhada, do outro lado do parque, há um lago, que possivelmente esteja congelado caso você vá no inverno. Infelizmente, como meu tempo era curto, não consegui ir até lá.


Congress Square e o castelo ao fundo
Continuei meu turismo até a Congress Square, uma praça colada ao rio, com uma vista ótima para o castelo e prédios com belíssima arquitetura ao redor.


Como o ônibus de volta saía por volta de 13:00, caminhei mais um pouco, costeando o rio, antes de me dirigir à rodoviária.





Resumo


Liubliana não é uma cidade tão grande e nem tão turística, porém ela possui um charme próprio e eu adoraria voltar lá uma outra vez. Fiquei mais ou menos 24 horas na cidade, o que me impossibilitou de visitar mais lugares fora do centro.


Existem outros lugares lindos na Eslovênia, principalmente com belezas naturais de tirar o fôlego, como o Lago Bled, perto da fronteira com a Áustria.


Recomendo a visita à cidade, nem que seja rápida, como eu fiz. E se puder, vá perto do fim do inverno, pois ela deve ficar mais charmosa com neve.


Liubliana é linda, calma, fora da maioria dos roteiros turísticos e ainda inexplorada. Vale a visita.



Dicas e informações


  • A moeda eslovena é o Euro, mas não se assuste, ela é uma cidade barata, semelhante à Bratislava.
  • A rodoviária de Liubliana não é bem um prédio normal de rodoviária. Os ônibus ficam estacionados praticamente na rua, em vagas oblíquas, com a numeração do box no chão. Para saber qual é o seu ônibus, você pode ver no prédio que fica no início dos boxes (e onde se compra passagens). O nome do lugar, no idioma local, é Avtobusna Postaja Ljubljana.
  • A estação ferroviária fica em frente a rodoviária, facilitando a ligação entre os transportes.
  • O idioma local é o esloveno, mas, como em boa parte da Europa, você pode se virar bem com o inglês.



Onde comer?


Há vários bons restaurantes entre a Dragon Bridge e a Triple Bridge. Acabei jantando em um desses restaurantes, bem turísticos, sem nenhuma comida típica eslovena. Pela proximidade com a Itália, você encontrará vários pratos típicos italianos.


Recomendo o Cacao Ljubljana, com bons sorvetes e um excelente chocolate quente.


E por mais que tenha jantado em um restaurante bem turístico, o valor de uma janta é bem razoável. A moeda eslovena é o euro, porém Liubliana não é uma cidade cara. Por exemplo, lá comi o McDonald’s mais barato entre os países que usam euro.


Ps.: você poderá se “deliciar” com um hambúrguer de carne de cavalo.



Como chegar


Você poderá utilizar trem, ônibus ou avião.
Como eu fui de Budapeste, eu utilizei a Eurolines (http://www.eurolines.com/en/), mas sempre recomendo buscar outras maneiras com goeuro.com ou rome2rio.com.


O Aeroporto Jože Pučnik de Liubliana fica em torno de 30km do centro da cidade, mas, apesar de ser internacional, não há voos diretos Brasil-Liubliana. No site do aeroporto você terá informações de translado http://www.lju-airport.si/en/Main/.



Onde ficar


Me hospedei no Draggondoss Hostel. Uma ótima localização e um bom preço. O maior problema foi com o chuveiro, que demorou para esquentar, e não esquentou tanto assim.

Reservei esse hostel pelo http://www.hostelworld.com/, sem problemas, apesar de normalmente usar o http://www.booking.com/.