quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Tudo sobre a Serra Gaúcha - parte 2

Garibaldi, Bento Gonçalves e Carlos Barbosa


Sim, o inverno no Brasil está acabando, mas você pode aproveitar a serra gaúcha mesmo em outras estações.
Já falei de outras cidades da região, mas agora é hora de falar da parte italiana da serra.
Com várias vinícolas, passeios históricos e uma gastronomia maravilhosa, Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa são três cidades charmosas, aconchegantes e para todos os gostos.
Benvenuti ao lado italiano da serra gaúcha



Garibaldi
Conhecida como a capital do espumante, Garibaldi é uma pequena cidade na serra gaúcha. Com em torno de 30 mil habitantes, a cidade possui várias vinícolas, e essas são as maiores atrações da cidade.


Principais atrações


  • Mirante Bella Visione
Mirante em Garibaldi onde podemos ter uma bela vista da cidade.






Principais Vinícolas


  • Vinícola Peterlongo
A Vinícola Peterlongo se localiza próximo ao centro da cidade de Garibaldi. Famosa pelos seus espumantes e a única vinícola do Brasil a ter o direito de fabricar champagne.
Sua visitação é bem interessante mostrando todo o processo de fabricação, de hoje e de como era no passado. No final do tour há uma degustação.
Há também a possibilidade de degustação sem o tour.
Você paga um valor em torno de R$5,00 por pessoa que pode ser usado para comprar algum produto na loja.






  • Vinícola Garibaldi
A Cooperativa Vinícola Garibaldi tem sua loja e ponto turístico localizado no centro de Garibaldi.
O tour com degustação é gratuito, e, mesmo sendo curto e simples, vale muito a pena.


Tour na vinícola Garibaldi






  • Chandon
É necessário agendar sua visita e degustação conforme disponibilidade, por email ou telefone: visitas@chandon.com.br ou (54) 3388-4400
A visitação, inclui tour pela Adega com explicação do processo de elaboração dos produtos Chandon e degustação dos produtos.
Atendimento de segunda-feira a sábado (domingos e feriados sem expediente).
Atendem grupos de até 12 pessoas.
Horário da loja: Segunda a sexta-feira: 8:30 às 11:30 e das 13:30 às 17 horas
Sábado das 9:30 às 11:30 e das 13:30 às 15:30 horas






  • Adega Adolfo Lona
Vinícola produtora de vinhos e espumantes.




Bento Gonçalves
Pela sua grande quantidade de vinícolas e uma cultura italiana que se perpetua até hoje, Bento é conhecida como a capital nacional do vinho. E não deveria ser diferente, são mais de 40 vinícolas na cidade. Muitas dessas vinícolas se localizam no famoso Vale dos Vinhedos, que é uma atração imperdível se você estiver visitando a cidade.
Se você busca uma culinária italiana regada de vinhos de qualidade, essa é uma cidade que você deve adicionar em seu roteiro.
E falando em cultura italiana, aqui você também poderá se sentir como os primeiros imigrantes. Em Bento as tradições dos primeiros habitantes ainda são lembradas e mantidas, deixando a cidade ainda mais charmosa.


Principais atrações




  • Parque Temático Epopéia Italiana
Esse parque temático é uma área interna que mostra a história da imigração italiana na região. Conta a história de como os imigrantes vieram e se estabeleceram, e simulam uma cidade de época onde você pode tirar fotos e sentir como era a vida antigamente.







  • Maria Fumaça
O passeio de Maria Fumaça entre Carlos Barbosa e Bento Gonçalves é uma viagem no tempo. Você se diverte com apresentações enquanto viaja por cerca de 30km com lindas paisagens.
No meio do caminho você para e degusta vinhos, espumantes e suco de uva.
Um passeio que vale muito a pena.
Se informe direitinho o horário, pois ele sai de Carlos Barbosa e não de Bento.







  • Caminhos de Pedra
O roteiro Caminhos de Pedra visa resgatar, preservar e dinamizar a cultura que os imigrantes italianos trouxeram à serra gaúcha a partir de 1875.
Você pode fazer ele de carro ou excursão.
São cerca de 10km onde você passa por casas antigas e restauradas e bonitas paisagens.
Só recomendo se você tenha tempo ou queira apreciar algum dos bons restaurantes que você encontra no caminho.







  • Casa da Erva Mate
Localizada na estrada do Caminhos de Pedra, a casa da erva mate é uma atração interessante. Lá você conhece como é feita a fabricação da erva de chimarrão, além de ter uma bela paisagem.
O custo da visitação e degustação é de R$1,00.


Casa da Erva Mate





  • Cantina Strapazzon
Casa totalmente em pedra irregular construída por volta de 1880, pelo imigrante Giovanni Strapazzon. Sempre pertenceu a família Strapazzon e foi cenário, em 1995, de algumas cenas do filme "O Quatrilho".
Também localizada no Caminhos de Pedra




Principais Vinícolas




Vista do Vale dos Vinhedos


  • Vinhos Larentis
Vinícola localizada no Vale dos Vinhedos, como a grande maioria das vinícolas de Bento Gonçalves. Não há visitação, mas a degustação pode surpreender.







  • Vinícola Aurora
A visitação da Vinícola Aurora fica no centro de Bento, e acontece de 30 em 30 minutos.
A visitação vale muito a pena. Com explicação de como é feito o vinho, e como são os diferentes tipos de uva. E há uma degustação ao final.


No salão de degustação da Aurora







  • Miolo
Uma das maiores e mais famosas vinícolas do Vale dos Vinhedos. Um ótimo tour e uma ótima degustação, além de ser linda. Vale muito a pena a visitação.







  • Cave de Pedra
Também possui um tour, com o valor de R$30,00. Além de também ser lindíssima.







  • Casa Valduga
Outra vinícola muito famosa do Vale dos Vinhedos. Seu complexo possui uma bela arquitetura, ótima degustação gratuita e pessoal muito atencioso. Você pode se hospedar, já que lá também há um hotel e um spa.


Dentro do complexo da Casa Valduga







Carlos Barbosa
É, sobretudo graças à equipe ACBF, a Capital Nacional do Futsal. Também é a cidade sede da Tramontina. A cidade de 28 mil habitantes não tem o mesmo charme das outras citadas, mas você pode visitar nem que seja para comprar algo na Tramontina.



Principais atrações


  • Maria Fumaça
A Maria Fumaça, citada anteriormente, sai daqui. A estação não tem nada de beleza, mas poderá gerar fotos bonitas.


Maria Fumaça na estação



  • Fábrica da Tramontina
Com certeza a principal atração da cidade. É ótimo para quem quer comprar utensílios de cozinha por um bom preço.




Como chegar na serra?
As maneiras são as mesmas citadas na parte 1 da Serra gaúcha, mas vale relembrar.


  • De carro:


Se for possível para você, eu recomendo utilizar um carro. Dessa maneira você fica livre para visitar os lugares que quiser, escolhendo os pontos turísticos que mais te atraem. E até mesmo ver outras cidades da serra. O lado ruim do carro é que você não poderá degustar nada com álcool nas vinícolas.


  • De avião:


Se você não mora relativamente perto para vir de sua cidade para a serra gaúcha, você pode vir de avião até Porto Alegre, ou até mesmo Caxias do Sul. A partir dessas cidades você pode utilizar ônibus, ou alugar um carro. Bento Gonçalves está em torno de 122km de Porto Alegre, e 44km de Caxias do Sul.


  • Excursão:


Outra maneira interessante é fazer uma excursão. Normalmente você visita os lugares mais badalados e não se preocupa com grandes planejamentos. Pode ser até mais barato. Se for sua primeira vez na serra eu recomendo.


  • De ônibus:


Você pode utilizar ônibus de rodoviária a rodoviária. Possivelmente sairá mais barato caso você esteja viajando sozinho, mas você dependerá de horários e poderá gastar bastante com táxi (pois até o momento nenhuma das cidades possui Uber ou similares).


Mas quantos dias são necessários?


Da mesma maneira que citei na parte 1 da serra gaúcha, isso vai depender de suas prioridades. Mas para visitar as vinícolas com calma recomendo 2 dias.



Onde comer?
Aqui você encontrará muita comida italiana, desde pizza, rodízios de massas e frango à primo canto.


  • Casa Valduga
Ambiente muito bonito e comida maravilhosa. Mas pode sair caro.


Casa Valduga


  • Casa Madeira Delicatessen
Restaurante no Vale dos vinhedos. Uma comida mais caseira e muito saborosa.


  • Casa DiPaolo
Localizada em Bento Gonçalves, esse restaurante tem pratos típicos italianos como massas, risotos, assados e vinhos, decoração rústica e colorida, clima familiar. http://casadipaolo.com.br/


  • Doppio Malto
Se você cansou dos vinhos da serra, essa cervejaria é uma boa saída. Com cerveja artesanal e hambúrgueres deliciosos, a Doppio Malto é uma boa pedida. Recomendo.

  • Restaurante Nona Ludia
Restaurante italiano localizado no Caminhos de Pedra. Ambiente rústico, dentro de uma casa de pedra. Muito boa a comida. http://www.nonaludia.com.br/


Restaurante Nona Ludia




Resumo
Se você adora vinhos, esse roteiro deve estar em uma das suas próximas viagens. O Vale dos Vinhedos te proporcionará uma viagem até a Itália sem sair do Brasil. E o passeio de Maria Fumaça será sua viagem no tempo.
Garibaldi é uma cidade menor que Bento Gonçalves, mas por ser próxima e com boas e famosas vinícolas, vale a pena a visita.
Carlos Barbosa, dessas três cidades, é a menos importante. Normalmente as excursões vão até lá por causa da fábrica da Tramontina, mas não é uma cidade obrigatória.

Se você tem pouco tempo, opte por Bento Gonçalves e as vinícolas. Essa já será uma viagem maravilhosa.



quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Relatos de Estocolmo


Dia 03 de setembro de 2016, um sábado, fui para Estocolmo, de Budapeste.
Por causa do baixo valor da passagem aérea acabei conhecendo a terra do Abba. Uma cidade difícil de se locomover, cara, porém muito bonita.


Por-do-sol em Estocolmo




Início de viagem



Minha viagem começou meio dia, no aeroporto de Budapeste, quando peguei um avião da Wizzair em direção ao aeroporto de Estocolmo-Skavsta. A viagem durou em torno de 2 horas e meia até chegar em terras suécas.
Esse aeroporto é pequeno e longe da capital (algo super comum quando se pega um avião low cost), o que fez eu ficar mais uma hora em um ônibus em direção a Estocolmo.
Utilizei uma empresa de transfer que você pode achar no site do próprio aeroporto, a Flygbussarna. Mas você pode utilizar outras maneiras para se deslocar a partir do aeroporto. Ver mais no site http://www.skavsta.se/en/airport/.

Estocolmo: dia 1


Cheguei já era quase 17:00, mas por sorte era fim de verão e o dia terminava bem mais tarde. Dica: Se você está indo bem para o norte ou bem para o sul do globo, sempre lembre-se que no inverno o dia é bem mais curto, porém no verão o sol pode ficar 15, 20 horas, ou até mesmo nem fazer noite.

O ônibus parou na estação rodoviária e comecei a caminhar pela cidade, me dirigindo ao parlamento sueco.


Estocolmo é uma cidade composta por várias ilhas. O mar “entra” na cidade, mas não em formas de canais, como em Amsterdã ou Copenhague, o que torna o barco um meio de transporte bem interessante, a não ser que você queira caminhar bastante. Isso também ajuda para que você se perca um pouco, caso não seja tão experiente.
A minha primeira impressão de Estocolmo foi boa. Sua arquitetura não parece ser muito velha, e muitas vezes lembra Amsterdã, Copenhague ou até mesmo Bruxelas (talvez até outras cidades, mas essas eu conheço).


Em frente ao parlamento
Naquele dia havia chovido mais cedo, mas já estava começando a abrir as nuvens, o que ajudou bastante no turismo.
Fui até o Parlamento da Suécia. Um lindo prédio, em uma pequena ilha ligada por pontes, com um belo e pequeno jardim na sua frente. A cidade ao redor compõem muito bem a beleza do lugar. O mar logo ao fim do jardim e da praça, em frente ao parlamento, mesclado com os prédios do outro lado do canal, fazem a paisagem ficar ainda mais bonita e quase única.


Guarda em frente do Palácio de Estocolmo
Após tirar algumas fotos, me dirigi ao Palácio de Estocolmo. Essa é a residência oficial e o maior de todos os palácios reais do Monarca da Suécia (sim, a suécia possui família real como o Reino-Unido). Está localizado na ilha de Stadsholmen, em Gamla Stan (a cidade velha).
A fachada do palácio fica de frente para o canal, e ali você encontra guardas reais.
Mais informações:


Dei a volta no palácio e fui me perdendo pelas ruas da cidade velha. São poucas ruas e poucas quadras, mas o passeio é muito bonito.


Vista do passeio de barco
Como eu ainda tinha tempo, decidi pegar um barco e ir até uma outra ilha. Como disse anteriormente, não é uma cidade trivial de se locomover. Por haver muitas ilhas, e algumas com apenas uma ponte de entrada e saída, faz com que a locomoção terrestre seja demorada para dar as voltas necessárias. Nesses casos o barco é uma saída.


Peguei o barco 82 na parada Stockholm Slussen kajen e parei na Allmänna gränd. Paguei 47 coroas suécas (cerca de 17 reais) no bilhete único. Você pode comprar bilhetes combinados, caso for usar muito o transporte público.
Mais informações: https://sl.se/en/



Gröna Lund
O “passeio” de barco foi muito mais bonito que eu imaginava. O pôr-do-sol refletindo no mar foi uma imagem muito linda.


Após contornar uma das ilhas passei pela frente do Gröna Lund, um parque de diversões que lembra o Beto Carrero World, só que numa escala bem menor, mas não menos bonito e interessante.
Para mais informações: https://www.gronalund.com/en/


Museu do Abba
Caminhando pela ilha, passei na frente do Museu do Abba, famoso grupo musical dos anos 70 e 80, Museu de História Natural, Museu Nórdico e o famoso Museu do Vasa. Esse último é um museu temático onde está o navio Vasa. O Vasa foi um navio de guerra sueco, do início do século XVII, afundado quando deixava o porto em sua primeira viagem, o que causou uma comoção nacional à época. Depois de 333 anos debaixo de água, foi recuperado e tornado acessível ao público neste museu. Atualmente é o museu mais visitado dos países escandinavos - 1 088 136 visitantes em 2013.



Frente do Museu Nórdico

Nessa ilha ainda encontra-se o belo parque Fågeldammarna, além de construções de madeira ao estilo antigo.


Segui minha caminhada com o pôr-do-sol me acompanhando. Atravessei a ponte para sair dessa ilha, contornei o canal, e após uma longa caminhada já estava aonde eu tinha pego o barco algumas horas atrás.
O dia já estava acabando, e eu queria comer algo não muito caro, então parei no McDonald’s que havia ali perto.
De barriga cheia, estava pronto para um banho e uma boa cama. Fui para o hostel.



Noite de Estocolmo

Peguei um metrô, que era um pouco difícil para entender quais linhas vinham e iam, e qual era qual. Duas estações depois estava perto do hostel. Pronto para descansar e me preparar para o segundo dia.




Estocolmo: dia 2


No domingo, acordei as 8:00, para poder aproveitar ao máximo o último dia. Pegaria o ônibus em direção ao aeroporto meio dia e meia.
Stortorget


Caminhei um pouco pela parte mais moderna da cidade, onde na noite anterior eu tinha passado de metrô, e parei em um McDonald’s para tomar café da manhã, antes de continuar o turismo.


Após o café da manhã, continuei a caminhada em direção à cidade velha. Passei pelo Stortorget, belos e coloridos prédios com arquitetura bem típica nórdica. Ali perto está o Museu do Nobel e a Catedral de São Nicolau de Estocolmo.

Centro histórico de estocolmo

Continuando minha caminhada, pude entrar no hall de entrada do Palácio de Estocolmo, contornar os canais, me perder em ruas da área central que não havia ido no dia anterior.


Meio dia já estava na estação esperando o ônibus, e me surpreendi como funciona lá.
A estação é ferroviária e rodoviária. O ônibus para em um local marcado com número, e você precisa estar dentro do prédio esperando a porta daquele embarque se abrir, como se fosse um aeroporto, com letreiro indicando o próximo ônibus e tudo mais. Bem interessante e organizado. Você só passava para o lado de fora para entrar no ônibus após ser liberada a passagem, para não gerar caos.


Depois de algumas horas no ônibus e mais algumas horas no avião eu estava de volta a Budapeste.


Impressões da cidade e da viagem


Estocolmo é uma cidade com uma arquitetura bem característica e singular. O mar entrando na cidade, criando várias ilhas, compõem a paisagem da cidade, mesmo tornando ela um pouco mais difícil de se locomover.
Se prepare pois tudo é caro lá. Sério. Muito caro. Gastei 100 euros (tirando avião e hostel) nesses 2 dias de viagem lá. Me controlei bastante.
Não senti algo muito diferente lá por ser considerado “primeiro mundo”, um país escandinavo com IDH maravilhoso. Me senti tão seguro como em outras capitais européias, o transporte público é igual a vários outros lugares. Nada fora do padrão Europa.
No balanço geral sinto que foi uma viagem legal. Mas se o preço do voo não tivesse baixo, e se eu não tivesse morando na Europa, possivelmente não visitaria Estocolmo. Não colocaria num roteiro de mochilão pela Europa, principalmente se estivesse indo pela primeira ou segunda vez.
Dicas e informações


  • O dinheiro sueco é a Coroa Sueca. Por mais que com 1 real você consegue trocar por 0,30 de coroas, as coisas lá são bem caras. E a conversão de coroa para real de cabeça se torna mais chato de fazer.
  • A Suécia possui um rei e família real, que nem o Reino Unido. É uma monarquia constitucional.
  • O Transporte público é meio caro, mas você pode comprar tickets combinados ou por longos períodos, como em outras cidades.


Como chegar


  • Avião
A maneira mais comum, pois Estocolmo fica bem fora dos principais roteiros pela Europa. Você pode pegar um voo de low cost como eu, caso esteja pela Europa. Não há voos diretos do Brasil. Arlanda é o aeroporto internacional mais perto da cidade, mas você pode pegar voos em aeroportos menores, um pouco mais deslocado do centro, que normalmente operam com companhias mais baratas (exemplo o Estocolmo-Skavsta).


  • Ônibus e trem
Normalmente a melhor opção caso esteja vindo de países como Dinamarca ou Noruega, por causa de sua localização.
Confira a lista das companhias e trechos de ônibus: http://www.checkmybus.com/sweden


Links


  • Hospedagem
Fiquei no hostel Skanstulls Vandrarhem AB. Era um dos mais baratos com uma localização boa, mas como eu disse antes, nada é barato lá.
Por mais que eles não atendessem após as 20:00, eles me mandaram um email me informando como entrar e tudo mais.
Sempre reservo pelo booking.com, aqui está o site deles https://www.skanstulls.se/sites/sv/

https://www.klm.com/destinations/br/br/europe/sweden/stockholm/practical-info